{"id":106,"date":"2009-09-12T15:23:50","date_gmt":"2009-09-12T14:23:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.corrspt.com\/v2\/?page_id=106"},"modified":"2009-09-12T20:16:24","modified_gmt":"2009-09-12T19:16:24","slug":"best-of-the-corrs","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.corrspt.com\/site\/?page_id=106","title":{"rendered":"Best of The Corrs"},"content":{"rendered":"<p>Best of Corrs &#8211; Foi lan\u00e7ado no final de Outubro de 2001, marcando um ciclo de 10 anos de carreira da banda. Inclui grandes temas cl\u00e1ssicos como Runaway, Forgiven not Forgotten, \u00eaxitos recentes como Breathless e ainda m\u00fasicas novas como Would You Be Happier ou Make You Mine. Um CD recheado da mais pura qualidade musical.<\/p>\n<p><strong>Alinhamento:<\/strong><\/p>\n<p><a title=\"Letras do \u00e1lbum\" href=\"http:\/\/www.corrspt.com\/v2\/?page_id=68\" target=\"_blank\">Would You Be Happier<br \/>\nSo Young \t(K-Klass Remix)<br \/>\nRunaway<br \/>\nBreathless<br \/>\nRadio \t(Unplugged)<br \/>\nWhat Can I Do \t(Tin Tin Out Remix)<br \/>\nThe Right Time<br \/>\nI Never Loved You Anyway<br \/>\nIrresistible<br \/>\nForgiven not Forgotten<br \/>\n<\/a>Lough Erin Shore \t(Instrumental)\t(Unplugged)<a title=\"Letras do \u00e1lbum\" href=\"http:\/\/www.corrspt.com\/v2\/?page_id=68\" target=\"_blank\"><br \/>\nOnly When I Sleep<br \/>\nLove to Love You<br \/>\nAll the Love in the World (Remix)<br \/>\nEverybody Hurts \t(Unplugged)<br \/>\nAll in a Day<br \/>\nDreams<br \/>\nMake You Mine<\/a><\/p>\n<p><strong>Would You Be Happier<\/strong><\/p>\n<p>Would You Be Happier \u00e9 o single de lan\u00e7amento para o Best of Corrs. \u00c9 uma m\u00fasica muito alegre e cheia de energia, bem ao estilo da m\u00fasica em In Blue, com uma letra que simboliza muito do que se passa na vida. Volta no entanto a n\u00e3o fazer uso do violino, mas sim de bastante electroniza\u00e7\u00e3o. No entanto, simplesmente ador\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>So Young<\/strong><\/p>\n<p>Uma can\u00e7\u00e3o muito alegre, parecida a &#8220;The Right time&#8221;, mas sem tantos elementos tradicionais. \u00c9 sobre a felicidade, felicidade de ser &#8230; Jovem. O mundo est\u00e1 aos p\u00e9s deles e ainda s\u00e3o t\u00e3o novos. Com um bocadinho de imagina\u00e7\u00e3o deixamo-nos levar pela emo\u00e7\u00e3o e consegue-se imaginar aquilo que \u00e9 descrito na can\u00e7\u00e3o e tudo \u00e9 poss\u00edvel. Sharon faz boa figura, mas \u00e9 a bateria de Caroline que faz o n\u00facleo da can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Runaway<\/strong><\/p>\n<p>Esta can\u00e7\u00e3o \u00e9 definitivamente uma das mais bonitas escritas at\u00e9 hoje, \u00e9 arte, pura e simples. Ao vivo contam que \u00e9 angelical, ouvir toda a perfeita fus\u00e3o entre os instrumentos. \u00c9 surreal. Sharon \u00e9 quem recebe a melhor nota nesta can\u00e7\u00e3o, onde consegue mostrar-nos uma vez mais que domina o violino como ningu\u00e9m no mundo. A hist\u00f3ria \u00e9 sobre uma rapariga que procura incessantemente o amor, e faz e quer isso com tanta paix\u00e3o que acaba por consegui-lo. A voz de Andrea \u00e9 incrivelmente clara e profunda e ela at\u00e9 quase que podia ser a rapariga da hist\u00f3ria. N\u00e3o h\u00e1 palavras suficientes para descrever esta can\u00e7\u00e3o como ela merecia, mas vendo bem, \u00e9 isso que a m\u00fasica dos Corrs tem de especial, o facto de conseguir tocar no cora\u00e7\u00e3o de cada um quando \u00e9 ouvida.<\/p>\n<p><strong>Breathless<\/strong><\/p>\n<p>Foi o primeiro single de &#8220;In Blue&#8221; e tem uma melodia muito pop que fica no ouvido com facilidade, mas perdeu-se um bocado o elemento tradicional. Existe muita guitarra el\u00e9ctrica e bateria (que obriga Andrea a esfor\u00e7ar-se para se fazer ouvir). Os &#8220;back vocals&#8221; est\u00e3o muito bons! A letra \u00e9 muito, muito .. pouco marcante, coisa que n\u00e3o \u00e9 habitual nos outros \u00e1lbuns. O refr\u00e3o como j\u00e1 disse fica no ouvido com facilidade , depois de ouvir pela primeira vez a can\u00e7\u00e3o o &#8220;Go on , go on \/ Come on leave me Breathless&#8221; fica na cabe\u00e7a. O que dizer? O single foi n\u00famero um nos tops de dezenas de pa\u00edses! Brilhante.<\/p>\n<p><strong>Radio<\/strong><\/p>\n<p>Muito boa, eu pessoalmente gosto muito, mas n\u00e3o \u00e9 um dos seus maiores \u00eaxitos. A letra \u00e9 toda ela muito melanc\u00f3lica (n\u00e3o sei quem a escreveu mas apostava forte em Andrea, embora se diga que foi Sharon quem escreveu parte na altura do lan\u00e7amento de &#8220;Talk on Corners&#8221;). A hist\u00f3ria \u00e9 sobre a dor provocada pelo separamento, ela revive toda a hist\u00f3ria, lembrando-se de tudo aquilo que foi bom quando estavam juntos. Ela deu-se de corpo e alma a esta rela\u00e7\u00e3o e os esfor\u00e7os para esquecer s\u00e3o em v\u00e3o porque ele vai estar sempre na cabeca dela. A m\u00fasica em si \u00e9 muito bem constru\u00edda com Jim e Caroline a brilharem, sem esquecer no entanto Sharon que no entanto n\u00e3o consegue introduzir uma caracter\u00edstica tradicional \u00e0 can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>What Can I Do<\/strong><\/p>\n<p>Uma can\u00e7\u00e3o triste. Uma discuss\u00e3o e ele foi-se embora. A terminar esta hist\u00f3ria fica a marca bem patente durante toda a can\u00e7\u00e3o que ela o quer devolta e assim &#8220;What can i do to make you love me&#8221;, pergunta ela. A letra \u00e9 triste, mas nota-se que h\u00e1 esperan\u00e7a e \u00e9 acompanhada por uma grande composi\u00e7\u00e3o do violino, \u00e9 quase tiro e queda gostar desta can\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma das melhores m\u00fasicas de &#8220;Talk on Corners&#8221; que foi naturalmente escolhida para figurar no &#8220;Best Of&#8221;.<\/p>\n<p><strong>The Right Time<\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 definitivamente uma can\u00e7\u00e3o com o carimbo &#8220;N\u00e3o foi escrita pela Andrea&#8221;, tem vida e alegria a mais para poder ser escrita por ela. A minha aposta \u00e9 que deve ter sido Caroline ou Sharon a escrev\u00ea-la, isto porque elas \u00e9 que t\u00eam a perspectiva luminosa da vida. De qualquer modo a hist\u00f3ria \u00e9 sobre quando na nossa vida estamos felizes e completos por dentro. Enfim \u00e9 a harmonia completa entre os instrumentos, \u00e9 perfeito&#8230;<\/p>\n<p><strong>I Never Loved You Anyway<\/strong><\/p>\n<p>Ele deixou-a e foi ter com outra rapariga; ela quere-o de volta. D\u00e1-se a entender que ela quer ir ter uma conversa de rapariga para rapariga. Vingan\u00e7a? A can\u00e7\u00e3o ilustra bem as coisas que n\u00e3o correm bem numa rela\u00e7\u00e3o amorosa. \u00c9 uma composi\u00e7\u00e3o musical bastante boa com a utiliza\u00e7\u00e3o do violino, flauta, bodhran e guitarra. A letra da can\u00e7\u00e3o vai p\u00f4r um sorriso na cara de quem a ouvir, especialmente a parte &#8220;Valentino? I don\u00b4t think so!&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Irresistible<\/strong><\/p>\n<p>Foi o segundo single de &#8220;In Blue&#8221;, tal como em Breathless o elemento tradicional n\u00e3o foi explorado e recorre-se muito \u00e0 bateria e \u00e0 guitarra, obrigando novamente Andrea a um esfor\u00e7o redobrado. A letra \u00e9 muito banal e pouco profunda sem aquele elemento que nos prende \u00e0 can\u00e7\u00e3o, embora tenha um refr\u00e3o que fica no ouvido: &#8220;Irresistible &#8211; natural , phisical&#8230;&#8221;. Nota-se que foi co-escrita em conjunto com Muttt Lange (que tamb\u00e9m co-escreveu &#8220;Breathless&#8221;).<\/p>\n<p><strong>Forgiven not Forgotten<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 a can\u00e7\u00e3o sobre dor e sofrimento, sofrimento porque aquilo que foi feito n\u00e3o pode ser desfeito e dor porque &#8220;ele&#8221; se suicidou e deixou-a sozinha neste mundo. \u00c9 uma can\u00e7\u00e3o que come\u00e7a muito suavemente com o Violino e o Bodhran a preparar a &#8220;zona&#8221; para Andrea. Subitamente o violino e o bodhran s\u00e3o substitu\u00eddos pela guitarra el\u00e9ctrica e pela bateria e este \u00e9 o ponto fulcral da m\u00fasica, que \u00e9 quando sentimos o panorama sentimental que a envolve, em suma o drama. A paix\u00e3o que Andrea p\u00f5e nesta m\u00fasica pode por vezes p\u00f4r-vos a chorar (vejamos bem Andrea, quase que tamb\u00e9m chora). O final da hist\u00f3ria acaba com a rapariga a pensar em ir ter com ele ao c\u00e9u, mas acaba por perdo\u00e1-lo, mas n\u00e3o o esquece (forgiven, not forgotten).<\/p>\n<p><strong>Lough Erin Shore<\/strong><\/p>\n<p>Agora sim, isto \u00e9 m\u00fasica. D\u00e1 a hip\u00f3tese a todos os The Corrs mostrarem aquilo que sabem. \u00c9 uma magn\u00edfica pe\u00e7a instrumental. Come\u00e7a muito suavemente com o violino, a seguir vem uma batida misteriosa do Bodhran, fundida com a flauta e a guitarra ac\u00fastica. Os tambores c\u00e9lticos levam a can\u00e7\u00e3o a um final dram\u00e1tico antes do fim. Irlandesa at\u00e9 \u00e0s ra\u00edzes esta m\u00fasica.<\/p>\n<p><strong>Only When I Sleep<\/strong><\/p>\n<p>A can\u00e7\u00e3o come\u00e7a com a guitarra de Jim a dar a impress\u00e3o que se trata de puro rock, mas a voz de Andrea clareia a m\u00fasica contando uma hist\u00f3ria dram\u00e1tica. Ela est\u00e1 apaixonada, mas apenas consegue ver o seu amado durante o sono. Quando acorda, tudo se desvanece no ar e de manh\u00e3 tem uma vontade desmesurada de o ver novamente mas&#8230; ele n\u00e3o existe! O sonho \u00e9 t\u00e3o intenso que parece realidade. A letra est\u00e1 cheia de paix\u00e3o e \u00e9 provavelmente aquilo que Andrea tem andado a sonhar. A mistura da Flauta com o Violino \u00e9 deveras boa.<\/p>\n<p><strong>Love to Love You<\/strong><\/p>\n<p>Isto \u00e9 mais uma m\u00fasica Pop do que tradicional, mas enfim como \u00e9 interpretada pelos The Corrs j\u00e1 tem algo de especial LOL. A hist\u00f3ria \u00e9 sobre um amor inquieto. Ela olha-o como um amigo, mas tem de lembr\u00e1-lo constantemente que ele n\u00e3o passa disso (um amigo). Apesar de no in\u00edcio ela at\u00e9 estar atra\u00edda por ele, mas mudou de ideias. O amor, apesar disso, est\u00e1 l\u00e1 e \u00e9 forte e ela adoraria am\u00e1-lo, se ele n\u00e3o estivesse comprometido com outro algu\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>All the Love in the World<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;All the love in the world&#8221; \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o muito suave e rom\u00e2ntica (das mais rom\u00e2nticas do \u00e1lbum, na minha opini\u00e3o). Que come\u00e7a com guitarra e bateria que fazem sozinhas o n\u00facleo da can\u00e7\u00e3o (violino, qu\u00e9 dele?) A letra transmite-nos que ela s\u00f3 quer algu\u00e9m de verdade e com certeza para amar, porque o amor \u00e9 para toda a vida. S\u00f3 quando souber que o outro tamb\u00e9m a quer amar com a mesma intensidade sente-se preparada para &#8220;then I&#8221;ll give all the love in the world&#8221;. A sua vida por agora \u00e9 bastante infeliz devido \u00e0 falta desse amor e est\u00e1 farta de ter de acordar de manh\u00e3 sem ningu\u00e9m ao seu lado. Sharon como \u00e9 costume, com a sua voz magn\u00edfica, d\u00e1 um tom melodioso \u00e0 can\u00e7\u00e3o que a tornam numa grande can\u00e7\u00e3o de amor.<\/p>\n<p><strong>Everybody Hurts<\/strong><\/p>\n<p>A faixa original foi o sucesso que todos lhe reconhecemos (escrita pelos R.E.M , para os mais distra\u00eddos, e foi a can\u00e7\u00e3o com que Portugal venceu o Chuva de estrelas Internacional). Esta vers\u00e3o \u00e9 ainda melhor devido a que \u00e9 uma senhora de voz ang\u00e9lica a tratar do assunto. A m\u00fasica \u00e9 muito intensa, uma mistura \u00fanica de guitarra, violino e bongo (Caroline toca o bongo). \u00c9 daquelas can\u00e7\u00f5es para quem estiver &#8220;stressado&#8221;&#8230; acalma qualquer um.<\/p>\n<p><strong>All in a Day<\/strong><\/p>\n<p>Uma faixa calma com o uso de algum violino para dar um ambiente mais \u201cluminoso\u201d. A letra fala-nos de uma jovem que acorda um dia e que v\u00ea tudo \u00e0 sua volta a mudar e n\u00e3o gosta nada dessas mesmas mudan\u00e7as. A bateria \u00e9 usada de uma forma suave e a guitarra tamb\u00e9m est\u00e1 presente de uma forma pouco acentuada.<\/p>\n<p><strong>Dreams<\/strong><\/p>\n<p>Uma das melhores reconstitui\u00e7\u00f5es de uma M\u00fasica original &#8220;Fleetwood Mac&#8221;. O bom que esta can\u00e7\u00e3o nos oferece \u00e9 o facto de misturar perfeitamente o moderno e o tradicional, mas n\u00e3o esquecer tr\u00eas vozes maravilhosas. A can\u00e7\u00e3o descola com o violino e a flauta, a seguir aparece Jim com a guitarra ac\u00fastica, enquanto que o Bodhran constr\u00f3i o seu espa\u00e7o com muita seguran\u00e7a. Esta \u00e9 uma das poucas can\u00e7\u00f5es onde se consegue ouvir t\u00e3o bem as vozes de Sharon e de Caroline como a de Andrea.<\/p>\n<p><strong>Make You Mine<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma m\u00fasica muito mais ao estilo The Corrs. Com uma guitarra suave e uma letra com um tema para variar (o amor). A minha perspectiva sobre a hist\u00f3ria \u00e9 a de uma jovem que deseja o amor e que quer fazer o seu amado uma &#8220;posse sua&#8221; (\u00e9 uma palavra um bocado forte, mas acho que serve).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Best of Corrs &#8211; Foi lan\u00e7ado no final de Outubro de 2001, marcando um ciclo de 10 anos de carreira da banda. 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